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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

in Styling... Gostaria de saber...

A consultoria de imagem e estilo abrange inúmeros temas: moda e tendências, estilos pessoal e de vida, etiqueta, cores, tipo físico, maquiagem, cabelo, casa e decoração... Respondo então, a algumas dúvidas frequentes:

Quais seriam as dicas básicas e “erros” mais comuns de estilo?
Primeiro, é preciso diferenciar moda e estilo. A moda passa pelo comportamento e pelo tempo, representando o todo. Já o estilo é um conjunto de particularidades, cujo uso pessoal – o estilo pessoal – é o que você é ou gostaria de ser/aparentar, na expressão do que está vestindo ou usando, isto é, da sua imagem. Portanto, o estilo é único!


É possível falar em estilo tradicional, elegante, romântico, sexy, dramático, criativo, esportivo... Há várias classificações de estilos, sendo que existe sempre um predominante na pessoa, ou até uma combinação de estilos. Talvez a melhor dica seja identificar o seu estilo pessoal e aproveitar dos pontos fortes que lhe valorizem. A confusão normalmente se estabelece quando há conflito entre o estilo pessoal, o jeito que se é, e o que se escolhe vestir/usar. Ficar fora de sintonia... este talvez seja um “erro”... Quando se identifica o estilo, tudo entra em harmonia. Basta aproveitar o que lhe cai bem e arrasar... independente do estilo, pois todos têm seu charme!

As cores e a moda
A cor do cabelo e o tom da pele da cliente são importantíssimos para o projeto de consultoria de imagem e estilo, no estudo das cores (aqui) e na elaboração de uma paleta pessoal (mais sobre cor aqui).


Sempre que alteramos a cor do cabelo, nossa imagem adquire novas possibilidades. É impressionante o poder de transformação de uma nova cor de cabelo, assim como o estilo do corte! Por isso, não é surpresa o guarda-roupa parecer “diferente” com a nova cor! Realmente, a mudança na cor dos cabelos causa uma incrível alteração da percepção da imagem e das cores das roupas! Assim como, o tom da pele – você já reparou como mudamos, por pura intuição, as cores do que vestimos, no inverno ou no verão?

Um bom exercício é colocar pequenos pedaços de tecido próximo ao rosto, abaixo do queixo, e avaliar se a cor lhe valoriza, lhe “acende”, ou se ela lhe dá um aspecto abatido (procure fazer este exercício com a luz do sol, que não modifica as cores). Os olhos parecerão mais brilhantes, a boca mais avermelhada e as olheiras irão suavizar-se!

Normalmente, é preciso avaliar o tom da pele para escolher a cor do cabelo e também a maquiagem (mais sobre visagismo aqui). Em linhas gerais, as cores quentes são bem-vindas para as peles morenas e negras: vermelho, laranja, dourado, e as cores frias para as para peles claras: azul, verde, rosa, prateado.


Os acessórios
Os acessórios conseguem mudar, instantaneamente, o look! Acessórios étnicos, ou de tendências de diferentes países, podem ser um excelente complemento ao visual. É preciso apenas bom senso – pergunte-se: está demais? Você certamente encontrará a resposta! O espelho costuma ser nosso grande aliado... sempre! Hoje em dia, o mix de acessórios está em alta, portanto não precisa ter medo! Busque o que combina com seu jeito e... vá em frente!

A minha imagem como consultora...
Não há dúvida que a imagem do profissional conta, em qualquer profissão... mas eu não considero que as grifes sejam a chancela do bem-vestir. Eu prefiro roupas e acessórios mais personalizados, que tenham mais a “minha cara”, sabe? É óbvio que sei o valor de uma peça Chanel (aqui) ou Valentino, mas não vejo a imagem e o estilo atrelados às marcas de luxo apenas (mais sobre o tema aqui). Falar do modo de vestir do brasileiro parece um pouco complicado, visto que somos um país super rico, repleto de inúmeras influências... talvez falte ainda um pouco mais de informação de moda, para poder escolher roupas de boa qualidade a preço justo.

Fotos: Lisboa, Portugal


Para mim, não há certo e errado na moda, tudo é uma questão de bom senso. Não adianta dizer que é lindo usar verde, que é tendência, se esta cor não funciona para a pessoa! É preciso sempre pensar em quem vai usar o quê – isto facilita na hora de encontrar uma direção a seguir... Como todo profissional, os consultores de moda também têm opiniões pessoais, não imagino um consenso de opiniões... mas estas opiniões não devem prevalecer na consultoria de imagem e estilo. Neste caso, é o cliente quem dá o caminho, eu apenas auxilio no encontro de melhores soluções... Por isso, os clientes acabam satisfeitos (e confiantes) com o projeto de consultoria, pois eles são co-responsáveis por ele... eu apenas formato as ideias, o que facilita a visualização e a consulta – o conteúdo é todo feito a quatro mãos... sempre!


Este post da Consultoria pePPer inFashion foi a resposta a um pedido da Sandra Lopes, do Rio de Janeiro, interessada na profissão de consultora de moda. Espero que ela aproveite a formação acadêmica que possui e ingresse neste mundo tão interessante, sempre atenta a alguns detalhes: o começo é incerto, mas, com o tempo, conseguirá mostrar o seu trabalho e ser reconhecida. Como começar é algo bastante pessoal, é preciso que encontre a melhor forma de disponibilizar seus serviços, na região em que mora e pretende trabalhar. E estudar (sempre!), preparar o olho... Porém, aos poucos, chegará lá... com toda certeza!

***Para informações adicionais, basta consultar a seção in Styling: nesta seção, estão os posts já publicados no blog e relacionados à consultoria de imagem e estilo, onde vocês podem pesquisar assuntos e dicas, assim como elaborar dúvidas a partir dos temas abordados... e deixar a sua pergunta, no novo espaço do blog: a Consultoria pePPer inFashion! Para isso, criei um e-mail para receber as perguntas ou as sugestões dos amigos e visitantes do blog, que servirão como referência para novos posts sobre imagem, estilo, moda, tendências, beleza... basta deixar a dúvida ou a sugestão no
consultoriapepperinfashion@gmail.com!
E vocês, quais são as suas perguntas? Bem-vindas(os)!

***

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

in Styling... Vamos conhecer...

A consultoria de imagem e estilo é uma profissão bastante recente, que avalia o todo, isto é, a imagem geral da pessoa – homens e mulheres, de forma abrangente, pensando em roupas e acessórios, mas também em cabelo, maquiagem, cores, futuras compras, etiqueta, até mesmo o estilo da casa... todos estes mundos estão interligados, formando a imagem e o estilo pessoais! Basta dar uma olhadinha no meu blog... ele não se restringe a tendências de moda e estilo, pois procuro falar de outros universos, como decoração, viagens, comportamento. Por sinal, para mim, imagem, moda e estilo estão, intrinsecamente, relacionados com comportamento e com a história do homem que vive o seu tempo.


Uma consultora de imagem e estilo não impõe um estilo ao seu cliente, mas atua, junto a ele, para descobrir o estilo dele. Não acredito que haja estilo apropriado, mas sim, a descoberta do estilo pessoal que represente bem a pessoa que o possui. Às vezes, nem é preciso ir muito longe, apenas algumas dicas já são suficientes para o cliente perceber o que lhe fica bem e lhe agrada, isto é super importante. Não se trata aqui do meu gosto ou estilo pessoal – isto jamais entra na pauta! Quem aponta o caminho é o cliente, sempre!
Ultimamente, com a divulgação de programas como “What not to wear” (que adoro, por sinal!, tenho todos os livros), a profissão de consultor está no centro das atenções contemporâneas. E o seu leque de funções é bastante amplo, incluindo a de personal shopper. Nesta função, o consultor auxilia o cliente nas compras, buscando opções de lojas... para todos os orçamentos! Não é correto associar a consultoria de imagem e estilo com grifes e marcas de luxo... é possível fazer um excelente trabalho sem gastar uma fortuna! Além disso, o orçamento do cliente é um dos itens sempre levados em conta, pois seria inconcebível indicar algo fora das possibilidades dele... e temos maravilhosas opções de grandes redes de lojas de departamento, que são uma verdadeira descoberta para muitos clientes, que jamais pensaram em entrar para comprar nestas lojas. Uma pena, pois eu mesma adoro comprar nelas, procurando produtos de qualidade e com custo mais acessível.


A consultoria de imagem e estilo não deve ser encarada como uma profissão elitista, mas, no Brasil, como ainda não dispomos das consultoras que trabalham nas lojas (há apenas alguns serviços esporádicos e pontuais...), ela costuma ser associada à classe mais abastada, o que é uma pena. Dúvidas todos têm, independente da classe sócio-econômica... falta apenas uma maior democratização da informação, esta sim, vital!
A prestação de serviços de um consultor de imagem e estilo é feita por projeto. Este projeto pode ser único, mensal, semestral, sazonal... o cliente decide o quanto ele precisa do serviço e, após a entrevista inicial, na qual são traçados os primeiros parâmetros do projeto, será feito um orçamento. Mas, lembrem-se: é sempre possível começar por algo menos vultoso, para conhecer o trabalho do profissional, para depois, partir para um projeto mais elaborado, com re-avaliações periódicas (é, nós mudamos a imagem e o estilo com o tempo, com novos modos de vida, novas profissões ... e com a idade!). Como o consultor não dá uma “receita” pronta, tudo é passível de uma revisão posterior, de acordo com as novidades que o futuro traz. E isto é o grande desafio para nós!


Para quem pretende seguir a profissão, a consultoria de imagem e estilo é um mercado em expansão, tendo cada vez mais espaço no cenário atual. No início, parece mais complicado, pois, como uma profissão autônoma, os clientes costumam chegar por indicação. Eles, em geral, buscam ajuda para descobrir o que pode ser feito para elaborar sua imagem pessoal, por razões as mais diversas – mudança de profissão, de estado civil, alteração de peso, novas profissões (e novos códigos de vestir...) e fases da vida. É possível sim, viver como consultora, pois, à medida que seu trabalho vai sendo (re)conhecido, tudo fica mais tranqüilo.
Não existe ainda nenhum curso superior específico de consultoria – no meu caso, na pós-graduação em produção de moda, a consultoria é uma das minhas opções profissionais. Os cursos são sempre muito bem-vindos – eu fiz inúmeros e indico, com certeza. Na consultoria, uma coisa é imprescindível: conhecimento! Buscar informação, nos mais diversos mundos, é a chave da profissão, pois os sentidos devem estar sempre bem treinados! É preciso bom olho – para avaliar a imagem..., bom tato – para reconhecer texturas..., bom olfato – o perfume é importante..., bons ouvidos – a música é uma excelente forma de conhecer o cliente..., e bom paladar. Para quê? A escolha gastronômica também diz muito sobre o cliente, sabia? Minha formação é eclética, pois sou bióloga e psicanalista, assim como cursei arquitetura... sou apaixonada por todo o tipo de conhecimento e não me canso de buscá-lo! Acabei optando pela pós-graduação, pois a graduação de moda, no Rio de Janeiro, é mais voltada ao estilismo, que não era a minha escolha... Na pós, pude estudar moda, mas não para ser estilista... e ler muuuuito! A internet também é uma aliada e tanto na busca de informação...
Eu comecei na consultoria, depois de perceber que eu já fazia isto, informalmente... com todos os meus amigos! Sempre era chamada para dar palpite no que comprar, no que vestir... e eu resolvi investir na consultoria como profissão, já que também adoro moda... e pessoas! Aliás, o contato com pessoas é o que pontua toda a minha trajetória profissional, independente da profissão. Na consultoria de imagem e estilo, é treinar o olho e gostar de conhecer pessoas... eu adoro!


*Créditos das fotos:
Semanas de moda SPFW e Fashion Rio: ELLE julho 2008
Paris: Cláudia Pimenta (acervo pessoal)
Montagens: Cláudia Pimenta (acervo pessoal)
Invalides – Maria Bonita
Louvre – Redley
Jardin du Luxembourg – Huis Clos e 2nd. Floor
Musée d’Orsay – Triton
Opéra Garnier – Reinaldo Lourenço
Musée Rodin – Coven
Tour Eiffel – Cantão


***Na seção in Styling, vocês encontram os posts já publicados no blog e relacionados à consultoria de imagem e estilo, podendo pesquisar assuntos e dicas!***

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

in Fashion... A diaba e KT Tunstall

Levando em consideração os conceitos de liderança, motivação e comunicação, realizei, na disciplina Gestão de Empresas de Moda da Pós-graduação de Moda, uma análise do filme “O diabo veste Prada”.



O perfil do líder tradicional descreve, minuciosamente, a postura da Miranda Priestley, editor-in-chief da revista de moda, Runway:


• Valoriza o distanciamento das pessoas.
• Adota uma atitude de independência em relação aos demais.
• Valoriza os símbolos de status.
• Faz uso do poder do cargo que ocupa e da autoridade conferida pela hierarquia.
• Manifesta sua influência através de ordens expressas.
• Espera submissão de seus subordinados.
• Impõe barreiras de comunicação com as pessoas
• Não compartilha dos valores de seu grupo de trabalho.


A forma como Miranda trata seus “subordinados”, Emily, Andrea e Nigel, como se relaciona com seus colegas, como a editora da Runway francesa, Jacquelline Follet... tudo nela transpira atitudes autoritárias, não permitindo nenhum tipo de interferência ou participação em suas decisões. Não divide o sucesso e também, não compartilha o fracasso – a culpa é sempre de algum incompetente. No entanto, a julgar pelo sucesso que detém, sua liderança é eficaz, nem que seja apenas para a editora da revista... e todas as que se matariam por um emprego de secretária desta líder poderosa!
Miranda Pristley jamais reconhece as necessidades do outro, nem suas diferenças individuais: cansa de chamar Andy de Emily, fato que a primeira acaba aceitando, resignada... Também não premia ou é justa no trabalho – o que faz com seu assistente Nigel, preterindo-o, no último momento, da direção da empresa de James Holt, em função de uma necessidade sua, é bastante indigesto. Talvez o único ponto importante para ela seja atingir os objetivos – seus ou da revista que dirige, com mãos de ferro! Por isso, a motivação apenas apareça se vinculada à importância de um cargo próximo a ela, podendo catapultar o candidato a uma posição futura de destaque. A própria Andy se beneficia deste ponto, nem que seja às avessas... afinal, ela somente consegue o novo emprego por que a Miranda “não” a indicou!
Durante todo o filme, o que é mais visto é a falta de comunicação! Quando dá uma ordem, a Miranda jamais se explica em detalhes, nem que eles sejam cruciais para o desempenho das tarefas: como assim apanhar “saias”, quais? É impossível solicitar dela uma explicação mais extensa ou descritiva do pedido que ela faz. No entanto, todos parecem funcionar muito bem com isto, exceto a Andy, que, no início, fica boquiaberta com tamanha falta de comunicação... mas, depois, acaba se “encaixando no perfil”. Esta falta de comunicação é, com certeza, uma grande fonte de conflitos, sendo que a comunicação oral talvez seja a mais complicada... A Miranda usa muito da comunicação não-verbal, com seus trejeitos, bocas (há até um código para saber se a coleção é boa ou um desastre...) e olhares de descontentamento e sarcasmo. Mas, nunca para premiar seus colegas... colegas? Não, sempre subordinados!

E, em homenagem ao filme, deixo vocês com o vídeo de Suddenly I see, da escocesa KT Tunstall, a “diaba” que canta a música-tema e que realizou shows em outubro, no Brasil.




Suddenly I see
KT TUNSTALL


Her face is a map of the world
Is a map of the world
You can see she’s a beautiful girl
She’s a beautiful girl
And everything around her is a silver pool of light
The people who surround her feel the benefit of it
It makes you calm
She holds you captivated in her palm

Suddenly I see (Suddenly I see)
This is what I wanna be
Suddenly I see (Suddenly I see)
Why the hell it means so much to me

I feel like walking the world
Like walking the world
You can hear she’s a beautiful girl
She’s a beautiful girl

She fills up every corner like she’s born in black and white
Makes you feel warmer when you’re trying to remember
What you heard
She likes to leave you hanging on her word

Suddenly I see (Suddenly I see)
This is what I wanna be
Suddenly I see (Suddenly I see)
Why the hell it means so much to me

And she’s taller than most
And she’s looking at me
I can see her eyes looking from a page in a magazine
Oh she makes me feel like I could be a tower
A big strong tower
She got the power to be
The power to give
The power to see

Suddenly I see (Suddenly I see)
This is what I wanna be
Suddenly I see (Suddenly I see)
Why the hell it means so much to me

segunda-feira, 14 de julho de 2008

in Styling... Procurando emprego?

Semana passada, fui convidada a dar uma palestra sobre o que vestir em uma entrevista de emprego, no curso de Marketing Pessoal, da Universidade Estácio de Sá, ministrado pela professora Flávia Mello. Como consultora de imagem e estilo, além da experiência como psicóloga de RH, fiz um roteiro básico para servir de “guia rápido de consulta”, na hora da entrevista. Vamos a ele?

***

pePPer inFashion
Projetos em Consultoria de Imagem e Estilo

A ENTREVISTA DE EMPREGO

Perguntas importantes:
* Qual é o perfil da empresa na qual vou fazer uma entrevista de emprego?
* Como se veste alguém que ocupa o cargo ao qual estou me candidatando?
* Quem será o meu entrevistador?

*Empresa: é vital o conhecimento da empresa na qual pretende trabalhar. Pesquise exaustivamente toda e qualquer informação sobre o perfil da empresa e dos seus funcionários, principalmente em cargos semelhantes ao que você pretende ser contratado.
Atenção ao grau de formalidade da empresa, um grande sinalizador do que usar na entrevista – observe a empresa e os seus funcionários, informe-se a este respeito com antecedência: formal/conservador, informal ou criativo.
*Código do vestir: adequar ao grau de formalidade da empresa, roupas e lingerie, sapatos e bolsas, acessórios, maquiagem, cabelo e unhas.
- Mesmo em empresas informais, não use um visual completamente informal!
- Atenção aos pequenos detalhes! Aposte sempre em roupas e acessórios de qualidade.
- É interessante mostrar algum traço de sua personalidade, ou seja, algo diferenciado, mas que combine com você!
*Entrevistador:
- Se for do RH, avaliará se você se enquadra no cargo ao qual está se candidatando;
- Se for na área de moda, por exemplo, sua vestimenta também estará sendo julgada.

Dicas femininas:
Bom senso é a chave!
Pense em imagem e estilo, antes de pensar na última moda.
Evitar grandes fendas, decotes, estampas, volumes...
Cuidado com o comprimento das saias e a altura dos saltos dos sapatos.


Dicas masculinas:
As pontas da gravata terminam juntas e onde começa a fivela do cinto.
Não usar camisa de manga curta com paletó.
A largura do paletó é aquela em que o homem não se sente sufocado quando senta com o paletó fechado, tendo caimento perfeito, com as aberturas nas costas e as golas lisas, sem nenhuma ruga.
A barra da calça deve cair sobre o tornozelo, cobrindo as meias quando o homem está de pé. Deve ser bem ajustada na cintura, sem folga no cós.
Quanto menos as meias ficarem expostas melhor.
Os sapatos devem ser pretos ou marrons.


Por último, treine, treine, treine: vista-se com a roupa (e os acessórios!) que você pretende comparecer à entrevista e verifique se ela está apropriada, bem ajustada, confortável e, acima de tudo, se ela representa o que você quer passar ao seu entrevistador: que você é a pessoa certa para o emprego!

***

Espero que este guia de consulta não seja uma receita pronta, para ser seguida ao pé da letra, mas sim, uma referência que auxilie na hora de escolher o que usar frente ao entrevistador, para conseguir o tão sonhado emprego. Boa sorte a todos!

Um agradecimento especial à professora Flávia Mello, que, com seu entusiasmo e seu incentivo, faz das suas aulas um espaço de inspiração para todos os seus alunos. E que, além disso, me proporcionou um momento de grande alegria e satisfação, tanto pessoal quanto profissional. Um grande beijo!


***pePPer in Styling: nesta seção (aqui), vocês encontram os posts já publicados no blog e relacionados à consultoria de imagem e estilo, podendo pesquisar assuntos e dicas, assim como elaborar dúvidas a partir dos temas abordados... e deixar a sua pergunta! Sejam bem-vindas(os)!***