Cenário do Niterói em Moda, o Teatro Popular de Niterói – ou Teatro Popular Oscar Niemeyer – é outro marco arquitetônico importante da cidade, junto com o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, integrando um complexo cultural e turístico projetado pelo grande arquiteto brasileiro. Em estrutura de concreto armado e traçado sinuoso, características sempre presentes no desenho do mestre Niemeyer (aqui, aqui e aqui), permite a visão da Baía de Guanabara do seu interior. [nota: haverá um post especial sobre o teatro - aguardem!]

O evento, do qual falei aqui, aqui e aqui, aconteceu nesta quinta-feira. Com credencial de imprensa, pude conferir o Niterói em Moda mais de perto. A cobertura aconteceu em tempo real, pelo meu Twitter, com as tags #niteroiemmoda e #outros500, plataforma do canal Multishow!


Para quem trabalha ou gosta de moda, a mesa-redonda, mediada pela jornalista Mirela Lacerda, foi um maravilhoso painel do que é o “negócio da moda”! A estilista da ZeroZen, Carla Mendes, falou da importância da adaptação das tendências à marca e do treinamento da equipe de vendas. A Patuá, marca de acessórios, da empresária Thatyana Amorim, é um exemplo de uma “marca intuitiva”, como pontuou sua estilista, além de mostrar a força de Niterói no mundo da moda. A coordenadora da Universo, Leila B, chamou a atenção para algo contemporâneo: informação versus formação, esta última vital para o mercado, pois é preciso (re)conhecer cores, tecidos, modelagem, entender de administração e compras para estar no negócio de moda. Já Evelyn Bonorino, da Modalogia, explanou sobre a força do consumidor, hoje em dia, parte de um sistema de compra mais complexo, perpassado por diversas escolhas – o ponto de venda não pode vender apenas roupas... precisa fazer sonhar! Além disso, falou sobre a migração da fidelização do cliente para uma constante conquista, com estratégias de marketing e varejo, pois, com a grande liberdade no dress code, é preciso algo mais! Também mostrou a necessidade de um “sistema de comunicação pessoa jurídica”, isto é, twitter e facebook da empresa, assim como, a existência das tendências subjetivas, sem marca, logotipo ou tendências. Por fim, Valéria Delgado, do Senai Moda e Firjan, focou nas macrotendências e enfatizou que a moda é um negócio, repleta de carências e desafios e influencidada pelas mídias sociais e, é claro, as novelas. Ainda falou sobre a importância dos lançadores de moda, 3% do total, cujas percepção e ousadia fazem girar a roda da moda, sinalizando a falta de eventos deste segmento, como era a Babilônia Feira Hype, um celeiro de marcas e do estilo carioca. Depois dos lançadores, 17% são seguidores... o restante, copiadores... Encerrada a mesa-redonda, é tempo de reflexão para quem participa do “negócio da moda”!
Nos slides, um registro fotográfico do Niterói em Moda – local do evento, stands, palestras, marcas participantes, backstage e desfiles! Até o próximo!!!
E ainda pude encontrar os amigos blogueiros: Cynthia Storck, Agatha Lima, Tatiana Caiafa, Fábio Barbosa e Thálassa Coutinho. Beijos!!!
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